O que consumimos toma espaço – de influência involuntária, porém forte – sobre quem somos, pensamos ou como agimos. Pensar sobre como sou influenciado nos últimos dias tem me levado a repensar tantas coisas, mas principalmente sobre o que eu permito que tenha espaço nos meus dias.

Não digo que isso seja tarefa fácil de saber selecionar o que ouvimos, lemos ou que terá contato comigo, mas é sobre avaliar com mais atenção sobre o que eu deixo que toque meu ser e me influencie mesmo que de forma involuntária. É sobre repensar de fato sobre o que eu tenho me tornado com base nas coisas que eu tenho deixado me influenciar.

Estou pensando tanto sobre isso, Deus tem me feito entender tanto, mas me feito pensar sobre o que eu quero ser no final de todas essas coisas. É sobre dedicar também o que eu vejo a Deus, é sobre dedicar o que eu escuto para que eu possa ser fortalecido e aproximado de quem Ele é.

É tão complexo tudo isso, é tão estranho saber que em todos os momentos eu posso de alguma forma me levar a perto dEle. Mas também, para longe dependendo das coisas que se aproximam de mim.

O que eu tenho visto? O que eu tenho ouvido? Mas antes de tudo, quem eu tenho sido em meio a essa influência?  Quero ser influenciado por todas as coisas a caminhar de encontro a quem Ele é nisso tudo. Quero poder ser influenciado a estar perto.

É sobre reter o que é bom? Sim! Mas também sobre repensar sobre o que temos consumido, e sobre como e quanto isso tem nos feito parecidos com Ele.

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Tavinho Cruz
Estudante de psicologia, 22 anos. Apaixonado por livros. Escritor e idealizador do @familiadecristo_