Você sabia que pesquisas descobriram que hoje se pode prever se um casamento terá sucesso ou não antes do dia do casamento com 81% de precisão? Foi baseado nesses estudos, que o Psicólogo Neil Clark Warren formulou uma lista com sete pontos para uma escolha errada de um companheiro.

  1. Decidir se casar de maneira muito apressada

Conhecer profundamente alguém leva tempo. Quando casais decidem se casar com poucos meses de namoro estão arriscando se frustrar lá na frente. Essa é uma decisão séria. Tem que haver maturidade e convicção para passar a vida toda com alguém. E isso não vem com pouco tempo de relacionamento.

Qual é a pressa? Tem pessoas que se casam rápido por querer fugir de ambientes familiares tóxicos. Mas acaba só trocando um problema pelo outro.

  1. Decidir se casar muito jovem

Espere para se casar depois que você já tiver desenvolvido sua identidade e seus propósitos de vida. Depois que você já se conheça bem e saiba o tipo de pessoa com quem deseja se casar. Um casamento vai exigir muita maturidade emocional e espiritual, você precisa estar preparado para este grande passo.

Pesquisas apontam que o índice de divórcio para pessoas que se casam antes dos 20 anos é bem maior, por não estarem preparados para assumir os papéis conjugais.

  1. Decidir se casar quando um ou os dois estão ansiosos demais para estar casado

Decidir se casar não pode ser feito na empolgação da paixão e na ansiedade de estarem casados logo. É uma decisão importante que deve ser feita racionalmente com a mente clara e organizada.

O coração é enganoso. Reflita bem: é essa pessoa com quem quero dividir a vida? Ou meu coração está me enganando pela carência e ansiedade? Não fique cego pela paixão, analise tudo!

  1. Escolher um companheiro para agradar outras pessoas

Você quem vai compartilhar a vida com alguém, está decisão é sua. Cuidado para não ser influenciado pela opinião dos outros, querendo agradar pais ou amigos, e esquecer sua preferência e seus sonhos.

Muitas pessoas namoram alguém apenas porque a beleza ou posição social agrada à família e para ficar “bem na foto” diante da sociedade. É uma receita pra infelicidade conjugal.

  1. Decidir se casar sem se conhecerem bem

Conhecer a pessoa em todos os aspectos é fundamental para decidir se casar com ela. Você precisa saber se vocês têm compatibilidade, os mesmos propósitos de vida, se vocês conseguem se entender e resolver conflitos. Se vocês conseguem ter intimidade para falar de seus medos e experiências.

Você precisa saber se a pessoa é confiável, íntegra, temente a Deus, fiel e trabalhadora. Se ela se importa com sua felicidade e bem-estar. Todas essas habilidades e traços de caráter serão necessários no casamento.

  1. Decidir se casar quando o casal tem expectativas fantasiosas

Casamento não é um mar de rosas. Não é u remédio para todos os males. Se vocês pensa assim ainda não entender  verdadeiro significado de casamento.

Casamento é trabalho duro. Você trabalha para o outro ser feliz. Não é perfeito. E não suprirá todas as suas necessidades emocionais.

  1. Casar com alguém com problemas de comportamento e personalidade sem tratamento

Se você já percebeu que a pessoa tem um comportamento questionável como ciúmes excessivo, desonestidade, problemas com álcool, drogas ou sexo, pergunte a si mesmo se você está disposto a passar o resto da sua vida lidando com esses problemas.

Ninguém muda ninguém. Você não é salvador (a) de ninguém. Só quem transforma, liberta e salva é Jesus! Não casa antes da pessoa fazer tratamento e estar completamente saudável.

Essas são os sete erros mais comuns para a escolha errada de um cônjuge. Se você eliminar eles, vai aumentar as chances de construir um casamento sólido e feliz.

Poderá acontecer de alguém não ligar para esses sete sinais de perigo e ainda assim ter um bom casamento. Mas não se apegue à exceção. São pouquíssimos os casos e não vale a pena arriscar pra ver.

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Photo by Susi Neumair – Wedding Dreamz on Unsplash

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Cássia de Oliveira
Jornalista anunciando boas novas, cristã com senso crítico até dizer chega, devoradora de livros, fã de Jane Austen e defensora dos direitos das mulheres.